|
 |
 |
| |
|
La garantia soy yo
|
|
Segunda-feira, Maio 30, 2005
|
|
|
De uma hora para outra, fui parar em Foz do Iguaçu, a cidade mais paraguaia do Brasil. Assim, tem um pouco de cara de Miami. Tudo é muito limpo, bem-conservado, mas com um ar meio 'fakeado' e de aparência. O parque das Cataratas, que é a grande atração, se salva. É impressionante, mesmo. Pra melhorar, tive uma visão privilegiada da coisa - fiz um passeio de barco meio rafting e passei por baixo de uma das quedas. O máximo! Visitei ainda um cassino/hotel que parece cenário de filme do James Bond e fui jantar na Argentina. Perdi só a visita a Ciudad del Este, mesmo, o grand finale, numa maracutaia para voltar mais cedo para casa.
******
Quero aproveitar o finzinho de maio e homenagear dois amigos geminianos mais do que queridos que fizeram aniversário agora há pouco. Cris e Fasano, amo vocês! Obrigada pela companhia de sempre e parabéns por tudo o que estão construindo. Minha querida amiga "Túlia" também fez aniversário em maio, mas essa é da banda de cá, a dos taurinos. Ela parece um "espelho" meu em muitas vezes, de tanto que somos parecidas em certos aspectos. Parabéns, linda!
|
|
|
|
|
|
Frio
|
|
Segunda-feira, Maio 23, 2005
|
|
Ui. Eu já estava um pouco cansada daquele calorão. Pra comemorar esse tempinho com pinta de meia no pé, ficar embaixo das cobertas e tomar chocolate quente e chá, um Jason Brooks, ilustrador que eu adoro.

Fim de semana em Brasília, festa na corte e muito sol na piscina. Acho que até demais!
|
|
|
|
|
|
Coisas simples da vida
|
|
Sexta-feira, Maio 20, 2005
|
|
Estava me achando sentimental demais esses dias, mas só agora que li que a Marina W confessou isto, tive coragem também. Acho que o melhor presente que ganhei no último ano foram meus amigos. Os mesmos que já conhecia, mas agora redescosbertos. Ou finalmente conhecidos.
****** Hoje é sexta-feira, que dia mais feliz. E faltam apenas duas semanas para as minhas férias, o que é inacreditavelmente bom.
|
|
|
|
|
|
Maio
|
|
Quinta-feira, Maio 19, 2005
|
|
Aviso: este título poderia ser também: "Como eu fiz as pazes com o fato de ter nascido no outono".
O mês do meu aniversário está espantosamente quente, este ano. E no dia do meu aniversário espantosamente não choveu. Eu, que adoro os sinais da natureza, botei minhas barbas de molho. Cheguei à conclusão que ambos os fatos representam bem o último ano da minha vida, que foi próspero em auto-conhecimento.
Moro numa ladeira e todo dia de manhã cedo, quando desço a rua para começar o dia, vou reparando nas cores que as coisas tomam pelo caminho. Poucos tons são mais bonitos do que os de um dia de sol no outono, a estação em que nasci. E foi reparando nisso que fiz as pazes com um fato engraçadinho. Uma vez, no jardim de infância, a professora pediu para que desenhássemos a estação do ano em que fazíamos aniversário e explicou quais eram elas. Eu, que achava que obviamente só podia ter nascido no verão, que era o mais bonito na minha cabeça, fiquei injuriada por ter descoberto que não.
|
|
|
|
|
|
Somos todos personagens?
|
|
Segunda-feira, Maio 09, 2005
|
|
Agora que completo 27 anos de vida começo a vislumbrar, muito de longe, quem eu sou. Vivia me perguntando de que sou feita, não encontrava resposta nenhuma e me angustiava. Agora, as coisas começam a se clarear. Não que eu tenha encontrado as respostas - ainda não tenho. Mas, pelo menos, já não me assusto mais com a sensação de estar vagando no vazio, que era algo como astronauta que se desprende daquele fio que o mantém conectado à nave.
Tive a impressão de que antes eu era um personagem. Vivia representando, tendo reações que achava que seriam "adequadas", "pertinentes". E penso se não existe a maior galera que faz isso todos os dias, no automático, sem nem pensar.
Tenho me sentido mais segura, mais à vontade comigo mesma. Não tenho vergonha de confessar as coisas que gosto, nem as que não gosto, aquelas bobeiras que às vezes travamos porque ficamos com medo da reação que vão provocar no outro. Exemplo: dia desses peguei carona numa "semi-confissão" que uma pessoa fazia e falei que tinha tido uma primeira impressão ruim dela. Foi libertador.
|
|
|
|
|
|
Zíngara
|
|
Quarta-feira, Maio 04, 2005
|
|
A bonequinha do dia é em homenagem à minha alma cigana. E uma forma de brindar ao espírito feminino. Estou me sentindo meio assim, hoje.
|
|
|
|
|
|
Roda Mundo, Roda Gigante
|
|
Segunda-feira, Maio 02, 2005
|
|
Estou resistindo à tentação de postar uma letra de música aqui, quero deixar isso registrado!! Mas que a minha vontade é escrever a letra de Roda Viva, de Chico Buarque, lá isso é. É a tal história: se alguém já escreveu com maestria sobre algum assunto, já está bom. Alguém já deu o ponto final, determinante, alguém já explicou tão bem o assunto que não são necessárias mais variações sobre o mesmo tema.
É assim que me sinto em relação a esta letra, é assim que me sinto também em relação a muitos posts do mestre Maurício. Fico "muda" diante de muitas coisas que ele escreve, só refletindo, digerindo o conhecimento.
Mas voltemos à Roda Viva. Para mim, a frase "roda mundo, roda gigante, roda moinho, roda pião" ilustra o período do ano que vivenciamos. De acordo com a tradição celta, ano novo foi em 30 de abril. A festa de Samhain marca o fim de um ciclo, de uma roda, e o início de outro.
Coincidência ou não, essa época do ano, em que se aproxima também meu aniversário, é, em geral, a época de mudanças. Coisas simplesmente acontecem. Mas acabou de me cair uma ficha agora: acho que o que muda é nossa forma de ver as coisas, e não as coisas em si.
|
|
|
|
|
|
|
 |
 |
|
|
|
|